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Notícias da paróquia › 12/08/2019

Rosas de Maria: Falando sobre a Autoestima

Se eu pudesse te perguntar : “COMO ANDA A SUA AUTOESTIMA?”. E para me responder você tivesse que usar um termômetro, sendo negativo muito baixo, zero mediano e positivo mais elevado. Como você SE responderia isso?

Essa pergunta nem sempre é fácil de responde, pois neste momento, existem milhões de mulheres angustiadas pela própria aparência e desconectadas da sua própria essência.
No âmbito da psicologia, a autoestima consiste numa avaliação subjetiva que determinado indivíduo faz de si próprio. A autoestima é diferente de autoconceito (o que eu acho), é muito mais o que eu sinto. Autoestima é afeto por si mesmo e começa na auto aceitação. No ano de 2012, uma pesquisa apresentada no Congresso Europeu de Terapia Cognitivo Comportamental, apontou os efeitos que a baixa autoestima podem causar. Foram entrevistadas 1.086 mulheres e 44% delas revelaram ter dificuldade com a autoestima e os dados são alarmantes: 59% vivem conflitos em suas relações amorosas, 89% sofrem com dores musculares e dor de cabeça, 26% apresentam problemas gastrointestinais e 46% sofrem com depressão.

Nós estamos cansadas de ouvir esse termo, tenha auto estima, goste de você mesmo. Parece fácil, né? Parece que é algo que está muito facilmente ao alcance da nossa mão, mas a construção da autoestima é muito mais complexa do que a gente imagina. E também sabemos que essa é uma questão que atrapalha muito a vida das pessoas e em especial a vida amorosa.

A primeira coisa é que precisamos perceber exatamente como somos, aceitar essas condições e que consigamos nos desligar de um padrão idealizado. Ao longo da vida todos nós construímos um padrão idealizado, de beleza física, de comportamento, de tipo de personalidade. Como se fossemos construindo um ser perfeito , que seria o ser que gostaríamos de ser ou parecer.

PRINCIPAIS SINTOMAS DE BAIXA AUTOESTIMA:
Sentimento de insegurança – Geralmente, a pessoa tem muita dúvida e incerteza na tomada de decisão.
Pouca ou nenhuma autoconfiança – Um bom exemplo é quando estando em um emprego ruim, o indivíduo não faz esforços para sair de lá, pois não acha que tem capacidade para conseguir algo melhor.
Excesso de autocrítica – A pessoa só enxerga seus próprios defeitos, e ignora as qualidades.
Intolerância à frustração – Esta característica fica evidente no ambiente de trabalho, quando a pessoa recebe uma crítica. Se a pessoa sabe que é boa, o que o outro fala é importante, mas não é determinante para a definição que ela tem de si mesma. Quando a pessoa é frágil, qualquer pessoa que lhe critica acaba com ela.
Tendência a relacionamentos destrutivos – A pessoa pensa que não é merecedora de coisas boas e, portanto, só se relaciona com pessoas ruins, que fazem mal.
Permissividade – Há dificuldade na imposição de limites. Como ela tem medo de desagradar os outros, deixa que façam o que quiserem com ela. Se mora na zona sul, dá carona para o amigo até a zona norte, só para agradá-lo, por exemplo.
Dificuldade em aceitar elogios – Como a pessoa não consegue encontrar valor no que faz, desconfia quando o outro encontra.
• Vulnerabilidade emocional muito grande – o que leva à dependência afetiva, a famosa “carência”.
Sentimento crônico de insatisfação – Nunca nada está bom. O indivíduo sente uma angústia e ansiedade constantes e tem pensamentos pessimistas e negativistas.
Sentimento de inferioridade – “Qualquer um é melhor que eu.”
Necessidade de aprovação – “Você achou que eu falei bem? Este texto está bom? Esta roupa fica bem em mim?” são questionamentos freqüentes da pessoa com baixa autoestima.

AUTOESTIMA, 10 PASSOS PARA MELHORAR:
1. Transforme as lamentações em decisões – Deixe de ser uma pessoa passiva, inerte e assuma de si para si a responsabilidade de que a mudança da sua vida está nas suas mãos.

2. Trace objetivos alcançáveis e possíveis – mesmo que precise de etapas para a sua conquista, permita-se acreditar e decida com passinhos de bebé, pequenas etapas e estratégias que lhe permitam aos pouco se ir aproximando do objetivo máximo. Não se esqueça que metas inatingível apenas servem para promover a frustração e para baixar a sua autoestima.

3. Trabalhe o seu autoconhecimento – Questione-se sobre os seus valores e pergunte-se se os valores em que acredita lhe estão a dar soluções positivas na sua vida. Se não, por mais bonitos que sejam os valores podem servir apenas para nos derrubar, questione-os. Analise o que realmente é essencial e importante na sua vida. Isto irá ajudá-lo a tomar algumas decisões e a mudar algumas atitudes.

4. Assuma perante si as suas limitações e aceite-as com amor – A culpabilização e depreciação baixa a autoestima. Não significa com isto que você se tornará uma pessoa acomodada, antes pelo contrário, assumir limitações e virtudes é a única forma de podermos depois trabalhar-nos no que é possível melhorar. O que ainda não é possível melhorar, paciência, um passinho de cada vez.

5. Dedique-se a alguma atividade que goste mesmo muito – Descobrir que é bom em algo aumenta a sua confiança e é divertido.

6. A Beleza por si só não traz felicidade. A Alegria e confiança trazem atratividade – Saiba como tirar o máximo partido dos seus pontos fortes, apreciá-los e evidenciá-los.

7. Aprenda a aceitar e a lidar com os seus desafios da vida (problemas) – Questões por resolver podem minar sua confiança. Decida o que precisa ser feito, fazê-lo e seguir em frente, ter força para resolver as suas questões amplifica a sua autoestima.

8. Nunca, jamais critique a si mesmo -. Quando queremos vender um produto não vamos fazer má publicidade dele porque ninguém vai querer comprá-lo. Em termos vivenciais é igual se nos depreciamos constantemente perante os outros, eles irão aprender a fazer o mesmo conosco porque é assim que os estamos a ensinar. Substitua palavras negativas com positivas ou neutras.

9. A qualidade de seus relacionamentos tem um profundo efeito sobre sua autoestima – Evite pessoas que tenham pena de si, ou que se queixam muito. Irradie positividade, seja um sol e ilumine as pessoas à sua volta, tatue o coração dos outros com boas atitudes e será assim que eles o recordarão.

10. Sorria e seja uma pessoa delicada – A sua expressão facial e postura corporal afetam suas emoções e podem mudar o dia de outras pessoas. As pessoas sorridentes são sempre lembradas com um sorriso.

E lembre-se: a autoestima é o sistema imunológico do cérebro. Cuide da sua!

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